Estórias

Nem só de resenhas e livros alheios vive um autor, tem que haver muita estória que nossas mentes gostariam de ler; é como se tornar, de vez em quando, seu autor favorito.

Gosto de escrever principalmente sobre fantasia e ficção, mas de vez em quando a criatividade é tão grande que me aproprio de outros temas, digo de antemão porque te desejo uma boa viagem pelos meus universos 🙂

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Cavaleiro de Espadas

Meu primeiro livro! Uma obra que permite ao leitor começar pelo fim, ou da forma usual, o começo. Em suma, são duas estórias que se conversam durante as páginas e se encontram no meio da obra.

Sinopse:  A primeira parte conta que na época medieval o Deus do Amor, Angus, se apaixona por uma mulher, no entanto, só consegue vê-la em sonhos. Os dois passam a se amar doentiamente, de forma que evitam a realidade e tudo que esteja minimamente associado com ela. Até que cada sonho leve a outro sonho, ao ponto que é tamanha complexidade que passam a se conhecer como nunca poderiam na vida real. A segunda parte exibe as cartas epistolares no melhor estilo contemporâneo entre dois grandes amigos. Joy Lobo, é um músico de folk e decidiu não mais se conformar com o estilo vida padrão e monótono do seu ramo. Resolve então pegar a mochila e seguir a estrada, o simples ato de viajar, conhecer pessoas e culturas, transmuta sua música e seu eu a um ponto inteiramente novo, de tal forma que sente a necessidade de apresentar e deslumbrar Ella Ocea como sua única plateia para a mais nova obra, Cavaleiro de Espadas.

No entanto, o tempo está acabando para os dois amantes, o tempo urge para que se encontrem pessoalmente e desvendem um jeito de ficarem juntos, pois, seus corpos adoeceram na vida real; enquanto que Joy Lobo enfrenta sérios problemas e ir parar na rua devido a dificuldade de manter seu estilo de vida arrojado, fazendo de Ella Ocea a sua única testemunha para as mazelas que sofre.

Absentia

“… Tenho tudo que quero e continuo vendo esse lobo negresco, penso que deve ser o efeito do pileque. Então, tomo outra dose, espero e começo a ver imagens duplicadas das pessoas e das coisas; outra dose que queima meu sistema, e meus olhos vermelhos, pulsando em uma espécie de ecstasy.”

 

 

 

Temporada de Caça

“Os mercados estavam cheios de baterias para o ocultismo e misticismo; as matas estavam na época de queimadas liberando feromônios e fumaça, uma massa de fantasmas habitando entre as nuvens que se faziam e encobriam toda a cidade; as pessoas, não pareciam sentir, e era como se eu e ela fôssemos os únicos vivos naquela cidade, tudo parecia virar fumaça e sucumbir…”

 

 

 

P.S. Quer mais textos, coisas diferentes? Poesia talvez?

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